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12 dezembro, 2011

Viúva da Mega-Sena contará seu testemunho em igreja evangélica

A cabeleireira vai contar tudo o que sofreu enquanto estava sendo acusada de ser a mandante da morte do marido

Adriana Ferreira Almeida contará seu testemunho de salvação. Ela é a viúva do ganhador da Mega-Sena, Renné Senna, que foi assassinado e passou a ser considerada como a mandante do crime até que no sábado foi inocentada pelo júri.

Em seu testemunho Adriana falará de todos os problemas que precisou enfrentar desde a morte do esposo. Ela frequenta essa igreja há apenas seis meses e no último domingo emocionou a todos ao agradecer a Deus pela decisão da justiça.

“Pastor, louvado seja Deus. Deus fez justiça”, disse ela ao ser chamada pelo pastor. Hoje a cabeleireira vai contar sua história completa para cerca de 400 pessoas. O pastor José Pedro Proveti disse ao jornal O Dia que acredita que esse testemunho vai servir de exemplo para outras pessoas.

“Ela se emocionou e emocionou os outros. Por isso pedi que testemunhasse amanhã (quinta-feira). Tenho certeza de que tudo o que ela passou pode servir de exemplo para os outros”, disse ele. Segundo a reportagem a cabeleireira o procurou algumas vezes antes do júri e ele atendeu e orou diversas vezes por ela.

Fonte: Gospelprime com informações O Dia

O presidente venezuelano politiza tradicional imagem cristã e divide opiniões


No relato da Bíblia, pastores e magos prestam homenagem ao divino recém-nascido. Na Venezuela, Hugo Chávez também aparece ao lado de Jesus na manjedoura.

A cena inusitada é de um presépio em Caracas que mostra presidente socialista e outras figuras políticas diante do ‘berço’. A decisão, claro dividiu opiniões no país. “Isso não tem nada a ver com a cena do Natal e com a religião. Não gosto disso”, reclama Arnaldo Amundaray, que passava pelo local.

Para os seguidores de Chávez e os criadores do presépio, a cena nada mais é que um tributo legítimo e inocente ao líder. “Nossa intenção é mostrar todos os feitos da revolução. A mídia não fala das coisas boas que o presidente Chávez tem feito”, explica Maria Alejandra Mijares, funcionária do Ministério da Mulher que participou na criação do presépio.

Além da imagem cristã tradicional, há uma “homenagem” a algumas das políticas mais populares implantadas por Chávez durante seus anos de governo.

Por exemplo, para simbolizar seus feitos na infraestrutura do país, há um teleférico e a réplica de uma mini-favela. Os projetos sociais, como as clínicas de saúde, também estão representadas. No centro da representação, perto do berço de Jesus estão Chávez e Simón Bolívar, herói da independência do século 18. Em outra parte do cenário, há uma foto do presidente Chávez segurando uma criança.

Yasmina Ereu, também funcionária do Ministério da Mulher, apoia a iniciativa. “Assim como o cristianismo, a revolução fala de amor. Algumas pessoas ficaram fascinadas. Outras não gostaram. Esse é um país democrático, todos podem ter sua opinião.”

O presidente venezuelano de 57 anos tem uma filosofia de vida “sincrética”. Ele faz referências tanto a Marx quanto a Jesus, enquanto fala constantemente sobre o espírito de luta de Bolívar. Nos últimos tempos tem lutado contra um câncer que o obrigou a raspar a cabeça, mas não o impediu de continuar governando com mão de ferro.

Ele inspira ódio nos inimigos, que o veem como um ditador que atrasou seu país. Seus simpatizantes, que vivem nas regiões mais pobres, manifestam por ele um amor quase religioso.

Perto do presépio, há uma loja que vende bonecas, camisetas, canecas e outras bugigangas com a imagem do presidente. Carlos Bonilla, responsável pelas vendas acredita na reeleição no próximo ano: “80% dos venezuelanos estão com ele. Esse processo não vai parar”.

Fonte: Gospelprime de WND

O amor é mais importante do que a verdade?

Nossa época é voltada para humanismo e tem se espalhado a idéia de que os relacionamentos são mais importantes do que a realidade, que o homem é mais importante do que Deus, e que o amor aos outros é mais importante do que a justiça.

"Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade" (João 17:17).

A verdade está se tornando um sentimento subjetivo; já não é mais um fato imutável e definido. Por isso, conclui-se que a verdade tem pouca importância; só precisamos amar os outros.

Mas se as palavras de Jesus têm valor, toda esta idéia é completamente falsa. Jesus disse que o primeiro grande mandamento é amar a Deus de todo o coração, alma, força e entendimento (Marcos 12:28-31). Amar aos outros é o segundo mandamento. Há muitos que invertam esta ordem. Se amamos a Deus, temos que amar o que ele diz (João 14:15; 15:14). Jesus perguntou: “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?” (Lucas 6:46).

A verdade é da extrema importância em nossa relação com Deus. Temos que conhecer a verdade (João 8:32; 1 Timóteo 2:4); obedecer à verdade (1 Pedro 1:22); adorar em verdade (João 4:24); andar em verdade (2 João 4); armar-nos com a verdade (Efésios 6:14); e amar a verdade (2 Tessalonicenses 2:10). Aqueles que se desviam da verdade estão perdidos (Tiago 5:19); aqueles que não andam segundo a verdade têm que ser repreendidos (Gálatas 2:14); aqueles que mudam a verdade são detestados por Deus (Romanos 1:25); aqueles que não estão na verdade seguem seu pai, o Diabo (João 8:44).

Tornar o amor mais importante do que a verdade é tornar o homem mais importante do que Deus e fazer o segundo mandamento mais importante do que o primeiro. “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” (João 17:17).

Autor: Gary Fisher

Com Certeza Há Um Deus Que Faz Justiça na Terra

(Salmo 58.11)

Então os homens comentarão: De fato os justos têm a sua recompensa; com certeza há um Deus que faz justiça na terra.
 
Preâmbulo: Este salmo contem uma Promessa de Deus exatamente na frase: há um Deus que faz justiça na terra. Os salmistas nos seus escritos, contam de seus inimigos e das ameaças que eles recebiam e de como Deus dava o livramento de todos.
 
A tendencia humana é de querer fazer justiça com suas proprias mãos. Mas Tiago 1.20 diz: Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus.

I – DEUS É JUSTO, DEUS É JUSTIÇA, DEUS FAZ JUSTIÇA A JUSTIÇA É DE DEUS.

1. Deus é Justo:(Sl 11. 7) Porque o Senhor é justo, ele ama a justiça; os retos lhe contemplarão a face.
 
2. Deus é Justiça: (Jr 23.6) Nos seus dias, Judá será salvo, e Israel habitará seguro; será este o seu nome, com que será chamado: Senhor, Justiça Nossa.
3. Deus faz Justiça: (Sl 103. 6) O Senhor faz justiça e julga a todos os oprimidos.

4. A Justiça é de Deus: (Sl 119.142) A tua justiça é justiça eterna, e a tua lei é a própria verdade. Igualmente podemos falar da Vingança que tambem é de Deus. (Sl 94.1) Ó Senhor, Deus das vinganças, ó Deus das vinganças, resplandece. A justiça divina não se pode comprar nem distorcer. O oprimido pode esperar, mesmo contra toda a esperança, que essa justiça há de manifestar-se, não apenas porque Deus não suporta a injustiça, que é contraditória face ao ser divino, mas também porque a intervenção divina é um direito do justo oprimido.

II – NAS SITUAÇÕES DE INJUSTIÇA, A CERTEZA DA INTERVENÇÃO DIVINA.

1. Situações dos injustos: Poderíamos trazer uma dúzia de textos bíblicos para mostrar essa verdade, mas apenas faremos destacar esse Salmo 94.4-6 Proferem impiedades e falam coisas duras; vangloriam-se os que praticam a iniqüidade. Esmagam o teu povo, Senhor, e oprimem a tua herança. Matam a viúva e o estrangeiro e aos órfãos assassinam.
 
2. Não é feio dizer que temos inimigos: (Sl 3.1,2) Senhor, como tem crescido o número dos meus adversários! São numerosos os que se levantam contra mim. São muitos os que dizem de mim: Não há em Deus salvação para ele
3. Deus também tem inimigos: (Sl 92.9) Eis que os teus inimigos, Senhor, eis que os teus inimigos perecerão; serão dispersos todos os que praticam a iniqüidade.

4. Não é feio contar do mal que nos ameaça: (Sl 18.4,5) Laços de morte me cercaram, torrentes de impiedade me impuseram terror. Cadeias infernais me cingiram, e tramas de morte me surpreenderam.

5. Os abjetos, que eu não conhecia: (Sl 35.15,16) Quando, porém, tropecei, eles se alegraram e se reuniram; reuniram-se contra mim; os abjetos, que eu não conhecia, dilaceraram-me sem tréguas; como vis bufões em festins, rangiam contra mim os dentes. Uma coisa é ser atacado com coisas conhecidas outra é ser atacado com coisas estranhas.

6. Pedidos de Intervenção: Face a tantas situações desesperadas, os pedidos de intervenção surgem dos mais diversos modos. Às vezes o suplicante quase atinge os limites da insolência, de tão convencido do seu direito: (Sl 3.8) Levanta-te, Senhor! Salva-me, Deus meu. (Sl 7.6) Levanta-te, Senhor, na tua indignação, mostra a tua grandeza contra a fúria dos meus adversários e desperta-te em meu favor, segundo o juízo que designaste. (Sl 12.1) Socorro, Senhor! Porque já não há homens piedosos; desaparecem os fiéis entre os filhos dos homens. (Sl 13.1) Até quando, Senhor? Esquecer-te-ás de mim para sempre? Até quando ocultarás de mim o rosto? (Sl 17.13) Levanta-te, Senhor, defronta-os, arrasa-os; livra do ímpio a minha alma com a tua espada.

III – TRAZENDO AO LUME AS PROMESSAS DE LIVRAMENTO DO INIMIGO

1. As injustiças dos homens traz a lume a Justiça de Deus:(Rm 3.5) Mas, se a nossa injustiça traz a lume a justiça de Deus, que diremos? Porventura, será Deus injusto por aplicar a sua ira? A relação entre inocência, opressão e certeza da intervenção divina é um tema recorrente ao longo dos Salmos, citaremos quatro promessas.
 
2. Promessa do Salmo 18.3 Invoco o Senhor, digno de ser louvado, e serei salvo dos meus inimigos. Cita e recita este texto. Serei salvo dos meu inimigos.
3. Promessa do Salmo 18.48 o Deus que me livrou dos meus inimigos; sim, tu que me exaltaste acima dos meus adversários e me livraste do homem violento.

4. Promessa do Salmo 30.1 Eu te exaltarei, ó Senhor, porque tu me livraste e não permitiste que os meus inimigos se regozijassem contra mim. Si os Salmos são orações esse Salmo ja é a Resposta da Oração.

5. Promessa do Salmo 143.9 Livra-me, Senhor, dos meus inimigos; pois em ti é que me refugio. A justiça de Deus não inocenta os culpados, por mais escondidos que eles estejam, nem culpabiliza os inocentes, por mais caluniados que eles sejam. Deus é onisciente e conhece a dimensão exata da nossa culpa, e também sabe quando alguém está transferindo sobre outrem uma falsa culpa.

IV – EXALTANDO A JUSTIÇA DE DEUS, POIS FUNCIONA.

1. A justiça de Deus não é negociada, não é comprada, nem é subornada. A Sua justiça muitas vezes, ao nosso parecer, é lenta, mais chega. Ela não está a serviço do poder econômico algum, do poder político algum, do religioso algum. Deus é independente de qualquer necessidade e absoluto em suas decisões. Nada pode intimidá-lo na aplicação da Sua justiça. Ninguém pode manipular os resultados dos seus juízos, nem torcer aos padrões da Sua retidão.
 
2. Deus retribui (paga) a cada um segunda a sua medida. A justiça de Deus separa o falso do verdadeiro, o joio do trigo, o fingido do autêntico, o condenado do perdoado, o incrédulo do crente, o perdido do salvo. A justiça de Deus coloca de um lado as boas obras meritórias e do outro, as boas obras produzidas pelo coração purificado e agradecido. Deus é inerrante em suas sentenças, bem como é exato em suas recompensas.
3. A justiça de Deus traz à tona os pecados não confessados nem abandonados, e joga no lixo os pecados arrependidos. A justiça de Deus é terrível para aqueles que amam mais a impiedade do que a sua santidade. Ela se manifesta agora de forma esporádica e há de se revelar no futuro próximo de forma conclusiva.

Autor: Pr. Teófilo Karkle
Via: www.estudosgospel.com.br

Inri Cristo critica evangélicos e os chama de “evanjegue”

Para ele os pastores chantageiam os fieis para roubar o dízimo

Durante uma entrevista dada para a Folha de São Paulo, Inri Cristo fez críticas aos evangélicos chamando-os de “evanjegue”, ele se refere as pessoas que não acreditam que ele é o enviado do pai por estarem “encabrestadas” como jegues que só obedecem os donos do cabresto que seria os pastores.

O que mais tem no Brasil, por exemplo, é ‘evanjegue’, que são esses que se dizem evangélicos, porque tem sobre o dorso montado o lobo na pele de ovelha, que lhes chantageia com o dízimo e lhes confisca 10% de seus miseráveis salários,” disse Inri.

Inri é brasileiro e montou a seita Soust (Suprema Ordem Universal da Santíssima Trindade), em Brasília, cidade que considera ser a “Nova Jerusalém”.

Além de criticar as igrejas evangélicas o falso messias também condenou a comemoração do Natal dizendo que é uma data pagã. “O Natal para mim é uma data comercial. Não existe. É uma coisa inventada pelos homens, aliás é uma data pagã [...] e foi sempre a data mais triste para mim, em toda a minha vida”.

Sobre o início de seu “chamado” Inri, que já virou figura cômica, participando de inúmeros programas de humor, disse que por anos ouvia uma voz até que percebeu que essa voz era a voz de Deus. Sobre a participação nesses programas ela diz que vai por considerar um clube. “Eu estou acostumado. Isso aí para mim é um clubezinho, vou participar de um clubezinho. Porque eu sou inatingível. Podem falar o que quiser”, disse ele.

Fonte: Gospelprime

Confira a íntegra o texto do novo PLC 122 feito por Marta Suplicy, Marcelo Crivella e lideranças gays com apoio de evangélicos

A senadora Marta Suplicy avisou que não irá arquivar o PLC 122, mas preparou um substitutivo para ele afim de formar uma nova frente de ação dando maiores chances de aprovação do projeto. O novo texto tem apoio de parte da bancada evangélica e foi criado pelos senadores Demóstenes Torres e Marcelo Crivella (evangélico), lideranças gays e a própria Marta Suplicy. O senador evangélico Magno Malta também participou de reuniões sobre o projeto de lei, mas não assina como um dos autores.

A nova proposta, segundo os idealizadores, visa agradar a tanto ao lado evangélico quanto ao lado gay, afim de facilitar a aprovação. Do texto base da antiga PLC 122 foi retirado a pena por discurso contra o homossexualismo, principal temor da igreja. O grande foco do novo projeto é contra a violência física, com agravantes para gangues e pessoas da mesma família que ataquem homossexuais.

Como de costume, o novo texto também tem polêmicas. No artigo 3, referente a empregos e contratações, uma pessoa que entre algumas opções de candidatos que cumprem com as qualificações exigidas para serem contratados decide escolher não contratar o gay devido a sua opção sexual pode ser condenado de um a três anos de prisão. O mesmo vale para donos de estabelecimentos que decidam não autorizar um gay a comprar ou entrar em sua loja, seja qual ramo for.

O projeto atenderá com o nome de CDH, mas como ainda não foi apresentado no Senado ainda não se sabe qual número receberá. O texto ainda pode sofrer modificações, já que lideranças gays estão pedindo sugestões e críticas para o texto elaborado com os senadores.

Confira abaixo o texto da nova PLC 122

Criminaliza condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero e altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal para punir, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação.

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Art. 1º Esta Lei define crimes que correspondem a condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero bem como pune, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação.

Art. 2º Para efeito desta Lei, o termo sexo é utilizado para distinguir homens e mulheres, o termo orientação sexual refere-se à heterossexualidade, à homossexualidade e à bissexualidade, e o termo identidade de gênero a transexualidade e travestilidade.

Discriminação no mercado de trabalho

Art. 3º Deixar de contratar alguém ou dificultar a sua contratação, quando atendidas as qualificações exigidas para o posto de trabalho, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:

Pena – reclusão, de um a três anos.

§ 1º A pena é aumentada de um terço se a discriminação se dá no acesso aos cargos, funções e contratos da Administração Pública.

§ 2º Nas mesmas penas incorre quem, durante o contrato de trabalho ou relação funcional, discrimina alguém motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

Discriminação nas relações de consumo

Art. 4º Recusar ou impedir o acesso de alguém a estabelecimento comercial de qualquer natureza ou negar-lhe atendimento, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena – reclusão, de um a três anos.

Indução à violência

Art. 5º Induzir alguém à prática de violência de qualquer natureza motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:

Pena – reclusão, de um a três anos, além da pena aplicada à violência.

Art. 6º O Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 61……………………………………………………………………….

II…………………………………………………………………………………

m) motivado por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.”

Art. 121……………………………………………………………………………..

§ 2º……………………………………………………………………………………

VI – em decorrência de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)

Art. 129……………………………………………………………………………

§ 9o Se a lesão for praticada contra ascendente, descendente, irmão, cônjuge ou companheiro, ou com quem conviva ou tenha convivido, ou, ainda, prevalecendo-se o agente das relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade ou em motivada por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)

Art. 140……………………………………………………………………………..

“§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
………………………………………………………” (NR)

“Art. 288……………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………

Parágrafo único – A pena aplica-se em dobro, se a quadrilha ou bando é armado ou se a associação destina-se a cometer crimes por motivo de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

Art. 7º Suprima-se o nomem iuris violência doméstica que antecede o § 9º, do art. 129, do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal.

Art. 8º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Fonte: Gospel+

Culto na Argentina mistura a palavra de Deus com shows de travestis seminuas

Todas as segundas-feiras acontecem em Buenos Aires um culto muito diferente chamado “Predicando entre Plumas y Strass” [Pregando entre Plumas e Strass]. O culto acontece em um teatro no centro da capital argentina e mistura a palavra de Deus com shows de travestis seminuas e outros artistas.

O culto acontece na casa Moulin Bleu há seis anos, fruto do trabalho do pastor Diego Gebel, que faleceu no ano passado aos 47 anos. Quem dirige as apresentações é sua esposa, a pastora Mabel Gebel que prega com vestido preto e capa cintilante, como mostra uma reportagem do Portal Terra.

Mabel prega entre as apresentações de travestis que sobem ao palco bem vestidas, mas terminam a apresentação seminuas. Algumas ainda levam dançarinos sem camisa. A proposta do culto é atrair a pessoa, seja ela quem for.

“Deus ama a todos sem distinção”, diz Mabel Gebel que discorda das outras igrejas evangélicas que condenam a prostituição e o homossexualismo. “No ‘Predicando entre Plumas y Strass’, entra quem quer, se apresenta quem quer”, diz a pastora.

Enquanto acontece as apresentações os participantes podem comprar vinho, cerveja e whisky e ainda pedir uma pizza. O culto “diferente” tem como público desde famílias inteiras até crianças, prostitutas e travestis que dividem o espaço sem problemas. A reunião começa às 22h e tem duas horas de duração.


Fonte: Gospelprimecom informações de Terra Magazine

Casa com iluminação satânica de Natal irrita moradores


Natal é época de alegria, de ficar em família e relembrar no nascimento de Cristo. De montar árvore, presépio e passar uma mensagem cristã, certo? Não se você foi Jackie Blevins.

O americano montou, especialmente para a data, uma iluminação especial para a data com motivos satânicos. Em frente à sua casa brilha um luminoso com as mensagens: “O Hotel do Diabo está fechado até o Julgamento Final” e “Satã, Satã, ouça minha suplíca. Satã, Satã, venha até mim”.

Os moradores do condado de Carter, no Tennessee, onde Blevins mora, estão indignados e exigem que os luminosos sejam retirados.

Blevins diz que tem direito de fazer o que quer e que os luminosos são uma forma de exercer sua liberdade de expressão e de religião.

Na verdade, o americano está frustrado porque teve seus carros banidos de um festival local e quis mostrar toda sua raiva com a sociedade. Ele pede para que os incomodados não tomem uma atitude violenta e que venham conversar com ele.

“Não me julguem. Não me condenem por aquilo que vocês veem”, disse.

Do UOL Tabloide
Em São Paulo

Contra o aborto, deputado evangélico propõe criação de “Bolsa-Estupro”

O deputado federal Henrique Afonso, evangélico, propôs a criação da “bolsa-estupro” para evitar que mulheres vítimas de violência sexual optem por fazer o aborto.

Segundo a proposta do deputado, as mulheres vítimas de estupro poderão requerer do Estado, um salário mínimo por 18 anos, a partir do nascimento do bebê. O aborto para gravidez resultante de estupro é permitido no Brasil desde o Código Penal de 1940.

Há ainda um item que prevê que o governo ofereça tratamento psicológico às vítimas de estupro, com especialistas orientados a convencer essas mulheres a desistirem do aborto. “O psicólogo comprometido com a doutrina cristã deve influenciar a mulher e fazer com que ela mude de opinião”, defende o deputado. Porém, o código de ética dos profissionais de psicologia os proíbe de “induzir a convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas, de orientação sexual”.

Para o deputado Henrique Afonso, mesmo em casos de gravidez de risco, o aborto é atentado à vida: “O aborto, para nós evangélicos, é um ato contra a vida em todos os casos, não importa se a mulher corre risco ou se foi estuprada”.

Sobre a questão de se criar leis baseadas em crenças religiosas, o deputado afirmou que legisla dentro daquilo que entende ser correto. “Essa questão do Estado laico é muito debatida, tem gente que me diz que eu não devo legislar como cristão, mas é nisso que eu acredito e faço o que Deus manda, não consigo imaginar separar as duas coisas”, afirmou ao jornal “O Estado de S. Paulo”.

Contrária ao projeto, a ministra Nilcéia Freire, da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, considera que a proposta é inadequada: “É retrocesso, uma proposta sem cabimento, equivocada desde o começo. Trata a violência contra a mulher como monetária, como se resolvesse dando um apoio financeiro. Nós apoiamos a liberdade de escolha da mulher”.

Fonte: Gospel+

Viúvas buscam religião para superar a perda dos maridos

Pesquisa da USP afirma que envolvimento com a fé ajuda no processo de luto.

“Meu filho fala que eu mudei, que hoje pareço 10 anos mais nova. É porque eu tenho Deus no coração e penso: que bom poder ajudar as pessoas, como um dia eu fui ajudada”. A declaração da aposentada Devanilda Rapouso de Lima, de 73 anos, resume como sua vida mudou, quando se tornou ainda mais religiosa, depois da morte do marido.

O casamento durou quase 50 anos e a cumplicidade entre o casal era muito forte. Por isso, quando ficou viúva, Devanilda entrou em depressão, tinha perda de memória e emagreceu 17 quilos. Uma amiga indicou uma igreja, localizada no mesmo bairro onde mora. “Foi a mesma coisa que acender uma luz na escuridão. Comecei a participar, fui melhorando aos poucos e hoje sou outra pessoa. Eu passei a me dedicar e sempre faço o que posso na igreja”, afirma.

Assim como Devanilda, muitas pessoas encontram na fé, condições para superar problemas pessoais, como a perda de entes queridos. Pesquisas recentes comprovam que a espiritualidade é um fator benéfico para a saúde, principalmente a psicológica. “A fé oferece amparo para questões que a área da saúde não dá importância. Com relação à perda dos maridos, por exemplo, a religião pode dar explicações sobre o sentido da vida”, afirma o enfermeiro Adriano Luiz Farinasso.

Em uma pesquisa realizada pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP/USP), Farinasso comprovou que o contato das viúvas com uma crença contribui no processo de luto.

Foi assim com dona de casa Elizabeth Nascimento Rosa, de 57 anos. Quem a conhece hoje, não acredita como foi difícil superar a perda do marido, em novembro de 2010, depois de 28 anos de casada. “Eu conversei com a minha mãe sobre ir para um convento que aceitasse viúvas. Pensava que eu não ia conseguir viver sozinha”, conta Elizabeth.

Quatro meses depois, a mãe faleceu e Elizabeth acabou internada porque também contraiu dengue. Como já conhecia uma igreja no bairro onde mora, passou a frequentar o local diariamente. “Na igreja encontrei força para superar as dificuldades. As pessoas comentam sobre a mudança na minha vida. Já encaminhei três pessoas para a igreja e eu quero ajudar muitas outras”, conta.

De acordo com Farinasso, as estatísticas comprovam que as mulheres têm uma expectativa de vida maior que a dos homens. Além disso, segundo ele, é mais comum que os viúvos se casem novamente, o que geralmente não acontece com as mulheres. “E vale destacar que minha pesquisa se relacionou com a subjetividade das pessoas”, diz o enfermeiro, destacando que o estudo faz menção ao aspecto qualitativo e não quantitativo do grupo – foram analisados seis casos de Araponga/PR.

De acordo com o pesquisador, o convívio com os integrantes das comunidades religiosas já traz efeitos positivos a essas mulheres, porque permite um espaço de socialização e de novas experiências. “Nenhum elemento negativo ligado à religião foi observado. Acredito que os resultados abrem caminho para novas pesquisas sobre a relação entre a fé e a ciência”, conclui.

Fonte: EPTV Globo

Pesquisa diz que rir muito faz bem para a saúde

Uma pesquisa realizada na Universidade de Oxford, na Inglaterra revelou que sorrir faz bem para a saúde e ajuda a diminuir a sensação de dor.

A confirmação científica diz que sorrindo fica mais fácil de suportar a dor quando somos capazes de rir com ela. E rir até doer, porque rir faz muito bem.

É impossível resistir a uma risada, seja de criança ou de adulto, a sensação que tivemos quando damos uma gargalhada faz com que nos sentimos muito melhor.

Os médicos explicam que após o riso, hormônios como endorfina e serotonina são liberados na corrente sanguínea e provoca bem-estar. “Ela se torna mais forte imunologicamente e vence todos os obstáculos. É um remédio e tanto”, explica Roselle Steenhouwer, diretora de um hospital.

Fonte: Verdade Gospel

Evangélicos transformam hits da música secular em canções evangélicas


Paródias existem no meio evangélico há anos e com a internet são divulgadas com maior rapidez.

Não é de hoje que sucessos da música secular ganham versões evangélicas e viram hits em cultos e festas dentro das igrejas. Na internet encontramos diversas paródias que trazem palavras do vocabulário evangélico em cima de músicas populares.

Entre as canções parodiadas encontramos o sucesso de Adriano Gospel Funk “Dízimo e Ofertas” uma paródia da música “Ritmo de Festa” cantada no programa de Silvio Santos. O vídeo postado em julho deste ano foi visto mais de 52.000 vezes e recebeu muitos votos contrários.

Outro vídeo de paródia que recebeu muitas visitas foi o MC Céu, um garoto dançando a versão gospel da música “Créu”, sucesso em 2008. O vídeo visto mais de um milhão de vezes traz no final a mensagem de que “Jesus é a única alternativa” para ir pro céu.

Essa semana chegou ao conhecimento de vários blogs de humor evangélico outra paródia, dessa vez com um sucesso mais recente, a música “Ai Se Eu Te Pego” do cantor Michel Teló foi adaptada por dois jovens evangélicos e virou “Assim eu prego”.

Para o pastor Armando Taranto Neto, da Assembleia de Deus em Itajaí, para uma música ser cantada na igreja precisa ser questionado uma série de aspectos como: Quem é o autor? Quais são suas convicções de valores? Qual é a fonte inspiradora da música? E da melodia? Em que circunstâncias foi a música criada? Está a letra de acordo com a sã Doutrina Bíblica?

Mas não é só isso, em sua opinião “tomar uma música popular de sucesso, seja de qual ritmo for, trocar a letra da mesma por refrões e rimas sem nexo, dando uma roupagem forçada de gospel, evangélica ou algo que o valha, e achar que Deus está neste negócio é no mínimo uma ‘Piada’”.

O pastor também afirma que, só o fato de trocar a letra da música não a transforma em sacra, muito pelo contrário, em sua visão a melodia também é importante, pois é ela que transmite o espírito. “A música não é só a letra, mas o “espírito” que ela carrega, entenda-se “espírito” como a intenção subliminar, das entrelinhas, oculta. Ainda que se troque a letra a melodia está lá.”

Histórias antigas

De fato a internet tem feito com que essas músicas sejam divulgadas com maior rapidez e cheguem ao maior número de pessoas. Mas engana-se quem pensa que as paródias evangélicas são coisas recentes, pois no final da década de 90 o cantor Cesarel gravou um de disco com canções que eram sucessos nos bailes funks cariocas com letras evangélicas, como é o caso do Rap do Pastor.

Em uma gravação sem data encontramos uma reportagem do Jornal Nacional que mostrava um culto da Igreja Universal do Reino de Deus onde o pastor pedia para que os fiéis levassem suas ofertas ao som da música “Ilariê” da Xuxa, com as palavras: “Tá na hora, tá na hora/ Tá na hora de ofertar/Traz aqui sua moeda, /pra Jesus te abençoar!”.

Veja os vídeos com paródias:





Fonte : Gospel +


Produtor de Harry Potter prepara filme que mistura a história do nascimento de Jesus com monstros

A Warner adquiriu os direitos de adaptação para o cinema do livro Unholy Night (Noite Infeliz), de Seth Grahame-Smith. O livro conta a história do nascimento de Jesus de uma forma polêmica e traz os três reis magos como personagens principais.

Grahame-Smith é autor dos livros “Orgulho e Preconceito e Zumbis”, “Razão e Sensibilidade e Monstros Marinhos” e “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”. Uma das principais características literárias do autor é o uso de criaturas mitológicas e monstros em suas estórias.

Unholy Night contará a história do nascimento de Jesus sob a perspectiva dos três reis magos, que no livro são na verdade “ladrões conhecidos, liderados pelo assassino Baltazar. Após uma fuga ousada da prisão de Herodes, eles se deparam com a famosa manjedoura e um rei recém-nascido”, segundo a descrição do livro na Amazon de conta também que nessa estória “a última coisa que Baltazar esperava é ser envolver com os jovens José e Maria, e o bebê do casal. Mas quando os soldados de Herodes começam matar os meninos nascido na Judéia, Baltazar e os reis não tem outra escolha a não ser ajudar aquela família a fugir para o Egito”.

“É o começo de uma aventura que vai fazê-los lutar contra criaturas mágicas e, ao longo do caminho, encontrar personagens bíblicos conhecidos como Pôncio Pilatos e João Batista. Até que, finalmente, ajudam a família de Jesus a chegar até o Egito”, conclui a descrição do livro.

Sites de cinema norte-americanos como The Film Stage e Movie Web afirmam que o filme será produzido por David Katzenberg e por David Heyman, responsável pela produção da série de filmes Harry Potter.

Fonte: Gospel+

Pastores presos após pregar contra homossexualismo serão julgados por juíza lésbica

Os pastores David Stokes e Dave Allen foram presos na cidade de Houston (EUA) após pregaram contra o homossexualismo em uma rua da cidade. Os pastores enfrentarão agora um julgamento em tribunal por causa da mensagem que estavam pregando.

Segundo a WND os pastores foram algemados e multados sob a justificativa de terem cartazes que estavam um cm mais grosso do que o permitido, apesar de eles afirmarem que os cartazes estavam na medida certa e que haviam sido aprovados de antemão. Outra justificativa apresentada para a punição aos pastores é o fato de terem um instrumento de expressão que não era de madeira (um shofar de chifre de carneiro).

O cartaz que eles levavam dizia: “beberrões, homossexuais, aborteiros, adúlteros, mentirosos, fornicadores, ladrões, ateus, bruxos, idolatras, o inferno os aguarda”, fazendo menção à passagem bíblica de 1 Coríntios 6:9-10.

Os pastores serão julgados no Tribunal Municipal de Houston, que é dirigido por Barbara E. Hartle. De acordo com o jornal Dallas Voice, a juíza Hartle está na lista do Fundo de Vitória de Gays e Lésbicas do Texas como “um de nossos poucos membros que está no judiciário do Texas”. Ela foi nomeada para essa posição por Annise Parker, a prefeita de Houston identificada pelo jornal Los Angeles Times como “a primeira lésbica a chefiar uma grande cidade dos Estados Unidos”.

Allen disse que não importa o que acontecer, o fato de que os pastores foram algemados e multados, com seus cartazes e shofar confiscados, transmitiu um recado assustador sobre a liberdade de expressão com relação à religião e homossexualidade. Ele mencionou também que o que aconteceu com eles fere o direito de livre expressão garantido na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos.

O pastor concluiu dizendo que “tudo o que estavam fazendo era pregar” e completou dizendo que pregavam “contra todos os pecados”.

Fonte: Gospel+

05 dezembro, 2011

Aluna adventista ganha direito a faltar aulas nas Sextas e Sábados

A justiça deu a uma estudante adventista o direito de não ir às aulas a partir das sextas a noite e aos sábados de manhã. Quielze Apolinário Miranda, de 19 anos, estuda numa universidade católica do interior de São Paulo e pertence à igreja Adventista do Sétimo Dia que prega o descanso nos finais de semana.


Ela diz ter tentado negociar com a faculdade mas a reitoria teria negado em várias instâncias o pedido da estudante que queria fazer trabalhos alternativos para abonar as suas faltas nas aulas de sexta a noite e aos sábados pela manhã. A aluna do 1º ano de relações internacionais da USC (Universidade Sagrado Coração) corria o risco de ser reprovada por causa da ausência nas aulas. “Geralmente, em outras faculdades é mais fácil. O pastor entrega uma cartinha falando sobre liberdade religiosa e o aluno consegue a dispensa”, afirma. “Aqui, não consegui”, relata Quielze.

O advogado da aluna, Alex Ramos Fernandez, que também é adventista e se especializou em causas como a de Quielze entrou com um mandado de segurança na Justiça Federal de Bauru no último dia 16 solicitando a substituição das atividades das 18h das sextas às 18h dos sábados por “prestações alternativas”, como trabalhos extraclasse. “O que ela estava buscando era uma igualdade para preservar o sentimento e a intimidade religiosa dela, diz. Nesses casos o aluno até estuda mais, pois os professores dão trabalhos mais elaborados do que assistir a uma aula.Não há uma quebra de isonomia entre os alunos”.

O juiz da 3ª Vara Federal de Bauru, Marcelo Zandavali, então concedeu uma liminar obrigando a USC a oferecer atividades alternativas à aluna. O magistrado discordou da universidade baseando sua decisão nos artigos 5º e 9º da Constituição e na lei paulista nº 12.142/2005, que assegura ao aluno esse direito em respeito à sua religião.


De acordo com a USC, ela alegou que faltou ao pedido de Quielze “amparo legal” e só irá se manifestar depois de ser oficialmente notificada.

A Justiça, nos últimos anos vem atendendo aos pedidos de alunos adventistas e judeus que também guardam os sábados.

A igreja Adventista do Sétimo Dia é uma religião cristã que surgiu nos anos 1840 nos Estados Unidos, tem como doutrina a crença que Jesus voltará -o advento- e que os mortos dormem, inconscientes, até a ressurreição. Ela existe no Brasil desde 1894.

Vencendo o Gigante da Mentira

INTRODUÇÃO

• Será que é necessário dizer a verdade em qualquer situação?
• A retenção da verdade é, necessariamente, uma mentira?

Há duas espécies fundamentais de mentira: "jactância, que consiste em exagerar a verdade; e a ironia, que consiste em diminuí-la. Nestes dois casos não se trata de simples mentira, mas de vícios mais graves".

Conforme os dicionários, mentira é engano, impostura, fraude, falsidade, erro, ilusão, juízo falso, fábula, ficção etc. Mentir é contar ao próximo aquilo que se sabe ser falso, como sendo verdadeiro. É interessante lembrar que há, no calendário popular, o "Dia da Mentira": 01 de abril.

O pior é que a mentira faz parte do cotidiano de muitas pessoas, de uma forma até costumeira ou inconsciente, tornando-se um costume ou um hábito negativo, gerando sérios prejuízos.

BREVE ANALISE DO TEXTO

Paulo, dirigindo-se aos cristãos de Colossos, que estavam ameaçados por ensinos errô­neos difundidos pelos falsos mestres (Cl 2.16-23), apresenta verdades de suma importância, em forma de mandamentos, dentre as quais encontra-se esta: "Não mintais uns aos outros" (v. 9). Esta recomendação está inserida no contexto do "novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou" (v. 10).

O apóstolo realça, neste trecho bíblico, uma série de imperativos relativos à conduta cristã, convocando cada um a demonstrar, na prática, que o cristão está morto para o pecado e vivo para Deus. O desejo e as orientações paulinas dizem respeito àqueles que haviam se convertido do paganismo e que, agora, deveriam revelar uma nova vida, colocando em prática aquela profissão de fé no ato da conversão (Cl 2.13). É nesse sentido que ele fala sobre "fazer morrer a natureza terrena", "se despojar" e "se despir do velho homem com os seus feitos", pois agora a vida não é mais como "noutro tempo" (v. 8,9). Na língua original, a idéia paulina refere-se ao ato de despir e ao ato de vestir. Isso porque os cristãos são convocados a demonstrar que não pertencem mais ao "reino das trevas", mas sim, que foram "transportados para o reino do Filho" (Cl 1.13). Trata-se do grande desafio de renunciar a vida antiga, ou seja, abrir mão dos velhos hábitos e viver o agora, de modo novo. Nesse contexto, ele menciona, de modo inicial, o mandamento: "Não mintais".

Esse mandamento, que ocorre também em Efésios 4.25, é o assunto central deste estudo, o qual tem como objetivo mostrar que o cristão, que é nova criatura, precisa ter uma postura diferente, eliminando qualquer tipo de mentira em sua vida, revelando-se uma pessoa com­prometida com a verdade.

TÓPICOS PARA REFLEXÃO

1. TIPOS DE MENTIRA

Olhando para a própria Bíblia, verifica­mos a menção de alguns tipos de menti­ra, os quais são obstáculos que precisam ser transpostos: Falsas acusações contra o próximo (Pv 6.16-19; Mt 5.11); Mentirinhas", ou meia verdade (At 5.3,4); Enfeitar ou exagerar a verdade (Pv 30.6); Gabar-se de atitudes que, na reali­dade, não foram executadas (Pv 25.14); Desculpar o pecado praticado (Pv 17.15); Brincadeiras enganadoras e que pre­judicam o próximo (Pv 26.18,19); Deixar de cumprir as promessas fei­tas a Deus e ao próximo (Ec 5.4-6; Tg 5.12); Inversão da verdade divina (Rm 1.25).

É preciso ser vigilante nesta área, pois uma mentira sempre leva a outras menti­ras, isso para que se encubra a primeira. Porém, seja qual for o tipo de mentira, ela deve ser enquadrada neste mandamento: "Não mintais".

2. PREJUÍZOS DA MENTIRA

São vários os prejuízos que a mentira provoca, e aquele que profere mentiras não escapa deles (Pv 19.5). Torna-se impos­sível mencionar todos eles, mas é preci­so destacar os seguintes:

2.1. Prejudica o relacionamento com Deus- Deus é verdadeiro e abomina a mentira, pois ele é a própria verdade (Jo 17.3). Ele não pode mentir (Hb 6.18). A Bíblia afirma que Jesus é a verdade (Jo 14.6) e que o Espírito Santo é o "Espírito da verdade" (Jo 16.13). Portanto, quando a mentira prevalece, o relacionamento com Deus fica prejudicado. O profeta Isaías disse que os pecados fazem separação entre as pessoas e Deus (Is 59.2,3). É impossível relacionar-se bem com Deus, usando de mentira.

2.2. Dificulta o relacionamento com o próximo- A mentira possui a faculdade de colocar as pessoas em situação conflituosa. Ela promove inimizades, con­tendas e separações. Muitos relaciona­mentos interpessoais estão quebrados por causa da mentira (Pv 25.18; 26.18,19,28).

A mentira provoca a perda da confiança mútua, prejudicando o bom relacionamento com o próximo. Isso ocorre entre mui­tas pessoas, que chegam até a dizer: "Agora eu não confio mais em ninguém. Eu não confio mais em você". Conforme o comentarista Ralph R Martin, "a menti­ra leva ao rompimento da comunhão cris­tã, porque engendra a suspeita e a des­confiança, e assim destrói a vida em co­mum no corpo de Cristo, mediante a qual somos membros uns dos outros".

2.3. Destrói o próprio mentiroso- Com certeza, o prejuízo mais drástico que a mentira causa é a morte. Isso está claríssimo no episódio bíblico de Ananias e Safira. Este era um casal, até certo ponto bem intencionado. Mas, devido à prática da mentira, ele tombou morto aos pés de Pedro (At 5.1-11). A palavra profética de Oséias apresenta um povo rebelde, cor­rupto e mentiroso, e, por causa disto, ele declara: a "terra está de luto" (Os 4.1-3).

Quantos tentam adquirir riquezas utili­zando a mentira como sua arma princi­pal! Mas a Bíblia diz que isso é laço mor­tal (Pv. 21.6). Aqui está a seriedade deste delito, levando à morte e ao castigo final (Ap 21.8; 22.15). Realmente, a mentira não pode ser to­lerada dentro da comunidade cristã.

3. A VERDADE NO LUGAR DA MENTIRA

O ensino central deste estudo reside aqui, pois a vontade de Deus, os princípi­os bíblicos e aquilo que promove a felici­dade entre o povo de Deus, é que a ver­dade reine absoluta. O sábio Salomão dis­se que os lábios mentirosos são abomi­náveis ao Senhor (Pv. 6.16-19; 12.22).

Pau­lo oferece o seu exemplo pessoal, decla­rando: "Não minto" (Gl 1.20). Jesus dis­se, com clareza, que a palavra do cristão é esta: "sim, sim; não, não" (Mt 5.37). É bom lembrar que a recomendação paulina quanto ao perfil de um oficial de igreja tem muito a ver com uma vida íntegra, verda­deira e sem falsidade; ele diz que os diáconos devem ser "de uma só palavra" (I Tm 3,8).

Fica evidente que toda pessoa que se chama pelo nome de cristão possui o de­ver de refletir a natureza e o caráter do Deus que é verdadeiro, e não a imagem de Satanás, o enganador e o pai da mentira (Jo 8.44). Deus escolhe cada um para ser se­melhante à imagem do seu Filho (Rm 8.29).

Quando a mentira dá lugar à verdade, é possível perceber os resultados: Paz com Deus, com os outros e con­sigo mesmo; União, amor e alegria na igreja; Pleno funcionamento do Corpo de Cristo; Autoridade e capacitação para se pregar o evangelho ao mundo; Progresso humano e a preservação da vida.

Finalmente, não se pode esquecer que é impossível se esconder de Deus. Ele sabe e ouve tudo o que se fala. Por isso, mais cedo ou mais tarde, a mentira será descoberta (Pv 12.19).

REFLEXÃO PESSOAL

1. Você tem cumprido a recomendação de Colossenses 3.9, contribuindo, assim, com o bem-estar de sua comunidade?

2. Você já enfrentou alguma situação em que teve dificuldade para falar a verdade? Como você reagiu? A sua atitude foi correta?
Autor: Josias Moura
Fonte: josiasmoura.com

“Fiz um pacto com Deus pra ter sucesso” afirma Juliana Paes

A atriz Juliana Paes afirmou em uma entrevista que o motivo do seu sucesso é um pacto que ela diz ter feito com Deus.

A atriz afirmou em uma entrevista à revista Lola do mês de dezembro que no pacto que ela fez com Deus para conseguir sucesso está tratado que ela irá dividir com sua família tudo o que receber.

Juliana estreou na Rede Globo no ano de 1998 e, desde sua estreia nas telas, está sempre no elenco das novelas de maior sucesso da emissora. A atriz, que tem hoje 32 anos, está sempre na lista das mais belas da TV e é também considerada uma das personalidades mais influentes do meio. Segundo ela o que mantém esse sucesso é fato de ela seguir à risca o pacto com Deus.

Para cumprir esse pacto Juliana, que é casada desde 2008 com o empresário Carlos Eduardo Baptista, já deu um salão de beleza a sua irmã e uma casa a sua mãe.

Juliana lançou, recentemente, a segunda temporada do reality show “Por um Fio” (GNT). Ela também viverá a personagem principal da novela global “Gabriela”, de Walcyr Carrasco, que estreia em abril de 2012, no horário das 23h.

A atriz global falou também na entrevista à jornalista Patrícia Kogut, colunista do jornal O Globo e convidada pela revista para fazer a entrevista, do estranhamento que sua postura diante do dinheiro causa nas pessoas: “As pessoas que cuidam da minha grana às vezes dizem que eu sou mão aberta demais. Eu respondo logo: “Não dá palpite no meu pacto”.

Fonte: Gospel+

Presépio mistura cena do nascimento de Jesus com as mortes de Bin Laden e Kaddafi

Um presépio exposto em um shopping em Honduras está causando polêmica por colocar imagens da violência de gangues, da polícia e a morte de Osama Bin Laden e Muammar Kaddafi junto à tradicional cena de Jesus com Maria, José e os animais.

O arquiteto e ex-primeiro-ministro de Honduras Fernando Martinez, é o responsável pelo presépio, foi ele quem elaborou e construiu a obra de 100 metros quadrados adornada com figuras de plástico e de argila.

Na inauguração da obra Martinez explicou: “Eu sempre tento melhorar no design, usando princípios morais e cristãos para lembrar o nascimento de nosso senhor Jesus Cristo, o Príncipe da Paz”. A inauguração contou com a presença de 30 policiais, pois os organizadores temiam que religiosos fizessem alguma manifestação contrária à obra.

Segundo a Brisbane Times, a minicidade que compõe o presépio do shopping Multiplaza, na capital Tegucigalpa, testemunha um mundo em crise, onde a violência se alastra em outros lugares. Na maquete brinquedos foram colocados para representar a onda de criminalidade que varre o país debaixo de uma placa que dizia “violência”. Honduras é o país com maior taxa de assassinato em todo o mundo, segundo dados da ONU.

Um letreiro no presépio trazia a frase “limpe a polícia”, em referência ao escândalo que fez o presidente Porfirio Lobo prometer que demitiria da força policial todos que estivessem “comprovadamente envolvidos com o crime organizado”.

Vários clientes do shopping que pararam para ver o presépio não gostaram muito do que viram. Alguns pais que levaram seus filhos ao shopping disseram estar surpresos com as figuras que retratam a brutalidade que assola o mundo. Eles desaprovaram ver imagens reproduzindo as mortes violentas de Kaddafi e Bin Laden. Estes clientes dizem que a mensagem de Natal é uma mensagem de paz e não de guerra, e reclamam que a presença desses elementos assustam as crianças e prejudicam a cena do presépio.

Desde 1985 Martinez vem criando cenários em grande escala que mesclam imagens de temas atuais com o nascimento de Cristo em Belém.

Fonte: Gospel+

Bebês são jogados do telhado de mesquita em ritual na Índia


Centenas de bebês foram jogados do telhado de uma mesquita no oeste da índia, em um ritual de prosperidade para o início do outono. A queda das crianças foi amortecida por lençóis.

O ritual, no santuário muçulmano de Baba Umer Durga, é uma tradição de 700 anos seguida tanto por muçulmanos como por hinduístas, mas vem recebendo críticas.
Segundo a imprensa local, não houve feridos.

As crianças, a maioria com dois anos ou menos, foram jogadas de cerca de 15 metros de altura. Imagens da TV mostraram alguns bebês sendo chacoalhados e chorando antes de serem lançados.

Ativistas pró-direitos das crianças protestaram contra a atitude, e uma comissão do governo prometeu investigar o caso.





Com visual diferente, Dj Pastor dispensa terno e gravata e é referência na periferia: “Se preocupem com os dependentes químicos”

Anderson Dias Barbosa é um Pastor diferente, que dispensa terno e gravata e cultiva um visual alternativo, que poucos imaginariam ver em um Pastor.

Com o cabelo Black-power e todo o figurino dos jovens da periferia paulistana, conhecido pelos frequentadores da igreja “Crescendo na Graça” como DJ Pastor. Com 33 anos, ele lidera a igreja que é voltada aos jovens e que acolhe pessoas com estilos de vestimenta totalmente diferente do que se vê na maioria das igrejas evangélicas.

O evangelista Roberto Soul, que faz parte da comunidade, pergunta: “Quem disse que Jesus só ama quem usa terno e gravata?”. Ele e outros jovens participam dos cultos da igreja, que tem o lema “aqui se louva a Deus com Black music e hip-hop”.

O Pastor Anderson Dias, casado com a Pastora Francine Penha de Pontes Barbosa, e pai de dois filhos, Adriel e Rebeca, realiza os cultos na linguagem que faz parte do cotidiano desses jovens, e promove projetos sociais, como uma oficina de basquete, chamada de Garrafão Gospel, até a aulas de jiu-jitsu, que foi apelidada de Tatame Gospel.”Tudo o que você vê aqui, todos esses projetos, tem um propósito, tem cunho evangelístico. São iscas para grandes peixes”, afirma o Pastor à reportagem da Revista Piauí.

Segundo Dias, a igreja mantém um projeto de recuperação de viciados, sem cobrar nada dos internos: “Hoje temos uma casa de recuperação chamada ‘O Rei das Ruas’. Não cobramos mensalidade e temos quase 100 homens para a glória de Jesus Cristo”. No site do projeto, a história da iniciativa conta que ela teve início em “uma visita do Pastor Anderson ao morro de Senador Camará ( RJ ), onde no meio do tráfico, metralhadora, fuzil, pistola e granada, Deus falou de uma casa de desafios chamada ‘O Rei das Ruas’”.

Sobre os críticos, o Pastor, que já foi tema de reportagem especial de uma emissora de TV, afirma que seria melhor se ao invés de criticar, se preocupassem em ajudar o próximo: “Peço que se preocupem mais com as prostitutas, com os dependentes químicos e com os moradores de rua. Pensem mais neles, abram suas igrejas para recebê-los, pois eles precisam mais de sua atenção do que eu”.

Fonte: Gospel+

29 novembro, 2011

Divórcio e Arrependimento



Podem adúlteros batizados manter suas esposas?

Há muitos que pensam que o batismo permite às pessoas permanecerem nos segundos casamentos ilegais. Mesmo Jesus tendo dito que o novo casamento de uma pessoa divorciada é adultério, eles concluem que o batismo dá permissão para o novo casamento continuar. Eles alegam que exigir dos divorciados e casados que se separem é negar a vontade de Deus de perdoar o adultério. Para justificar esta posição, passagens como 2 Coríntios 5:17 são usadas: "Assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura: as cousas antigas já passaram; eis que se fizeram novas."
O propósito deste artigo é apresentar a evidência bíblica, provando que o perdão dos pecados no batismo não autoriza a continuação de um casamento adúltero.

Quatro princípios bíblicos

1- Relação de casamento com um segundo esposo é adultério.

"Quem repudiar sua mulher e casar com outra, comete adultério contra aquela. E se ela repudiar seu marido e casar com outro, comete adultério" (Marcos 10:11-12).

Note: "quem". Divórcio e novo casamento é adultério para quem quer que seja. Só uma exceção é encontrada (Mateus 19:9). O adultério continua enquanto o primeiro companheiro viver.

"Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal. De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei, e não será considerada adúltera, se contrair novas núpcias" (Romanos 7:2-3).

2- O arrependimento é necessário para o perdão.

O arrependimento é exigido de todos (Atos 17:30). O arrependimento é uma exigência para receber o batismo (Atos 2:38). Qualquer um que não se arrepender perecerá (Lucas 13:3, 5).

3- O arrependimento exige que o pecador termine qualquer relacionamento sexual pecaminoso.

A raiz da idéia é a mudança. No Velho Testamento, os homens eram chamados a arrependerem-se e desviarem-se de todas as transgressões (Ezequiel 18:30). No Novo Testamento, o arrependimento tinha que produzir frutos e realizar certas obras dignas de arrependimento (Mateus 3:8; Atos 26:20). Aqueles que se arrependeram deixaram seus pecados (Atos 19:18-20). Aqueles que continuaram no pecado, por escolha, estavam se recusando a se arrependerem (Apocalipse 9:20-21). Paulo achou surpreendente que alguém pudesse imaginar que poderia continuar sendo injusto e, ainda assim, ir para o céu.

"Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores, herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus" (1 Coríntios 6:9-11).

Esta é uma passagem significativa. Esses adúlteros tinham sido lavados de seu pecado. Continuaram eles suas uniões adúlteras? Não! Paulo diz, "tais fostes alguns de vós." A ênfase se faz sobre o tempo: "vós fostes" Suma coisa do passado. Alguns desses tinham sido homossexuais. Outros, adúlteros. Mas, para serem perdoados, eles terminaram suas relações homossexuais e adúlteras. A questão não é se acreditamos que adultério ou homossexualidade pode ser perdoada, mas quais são as condições do perdão. Para ser perdoado de adultério ou homossexualidade tem que se arrepender e para se arrepender, tem que terminar a relação sexual pecaminosa.

Há exemplos bíblicos onde Deus exigiu de pessoas em casamentos pecaminosos que se separassem. Nos dias de Esdras, homens se arrependendo de casamentos pecaminosos mandaram embora suas esposas ilegais (Esdras 9-10). Nos dias de João, para Herodes se arrepender ele teria que deixar Herodias (Marcos 6:18). Hoje, qualquer um, arrependendo-se de um casamento pecaminoso, tem que terminar esse casamento. O que faz um casamento pecaminoso mudou desde os dias de Esdras; mas o que tem que ser feito quando se está num casamento pecaminoso não mudou. A exigência de Deus para o arrependimento não foi facilitada (Atos 17:30-31).

4- Uma pessoa perdoada não tem direito a continuar no pecado.

"Permaneceremos no pecado, para que a graça seja mais abundante? De modo nenhum" (Romanos 6:1-2).

O perdão lava os pecados passados mas não dá licença para pecar no futuro. Veja 1 João 3.

Portanto, um casamento adúltero tem que ser terminado para ser perdoado e não pode continuar depois do perdão.

Objeção considerada

Há quem pense que um segundo casamento ilegal não é mais adultério depois que se é batizado. Eles raciocinam que, quando se é batizado, todos os relacionamentos passados e obrigações são dissolvidos. Num sentido, pensa-se que o batismo lava todas as recordações do casamento anterior e do divórcio. Portanto, sendo-se casado com um segundo par seria, depois do batismo, contado como primeiro casamento.

Contudo, o perdão não muda o pecado. Se um ato é pecaminoso antes do batismo, continua pecaminoso após o batismo. Se tomar algo que não nos pertence é roubo, antes do batismo, o mesmo ato é roubo depois do batismo. Se deitar-se com um homem é homossexualismo. antes do batismo, continua sendo homossexualismo depois do batismo. Se o sexo com uma segunda esposa é adultério antes do batismo, é adultério depois do batismo. O batismo não muda a definição de pecado.

Certamente, quem é batizado corretamente é perdoado por seus pecados, mas é ele libertado de compromissos anteriores? Considere esta comparação: um homem gera um filho, depois o abandona. Então, quando ele se torna um cristão, recebendo o perdão pelo pecado do abandono do filho, também se desmancha o relacionamento do pai com o filho? Deixa ele de ter o laço de obrigação para com seu filho? Pode ele dizer "Eu não tenho que sustentar este filho no futuro porque eu fui perdoado do pecado de abandoná-lo no passado?" Agora, e se um homem é ligado por Deus a uma esposa? Então, ele a deixa e casa com a outra. Quando ele é perdoado, seu laço de obrigação para com sua esposa é desfeito? (Romanos 7). Antes dele ser perdoado ele estava ligado à primeira esposa e ter relação sexual com a segunda era errado. Depois do perdão ele ainda está ligado à primeira mulher e as relações com a segunda são erradas. Não devemos confundir perdão das ações pecaminosas do passado com a dissolução dos relacionamentos e o fim das obrigações.

O perdão no batismo não dissolve o laço de casamento daqueles que vivem juntos. Eis porque tais pessoas não precisam renovar seus votos para continuarem esposo e esposa depois do batismo. Do mesmo modo, o perdão no batismo não desfaz o laço de casamento entre aqueles que vivem separados (Romanos 7:1-3). Eis porque tais pessoas ligadas e separadas estão cometendo adultério quando vivem em um segundo casamento, tanto antes quanto depois do batismo.

Conclusão

Há um par de outros problemas com o ponto de vista segundo o qual o batismo santifica os casamentos adúlteros. Primeiro, e se um esposo é batizado e o outro não? Está agora um esposo vivendo em adultério, enquanto o outro esposo tem um casamento aprovado por Deus? Segundo, porque o perdão pelo sangue de Cristo não produz o mesmo efeito para o cristão que ora como para o não cristão que é batizado? Se o perdão santifica os casamentos adúlteros e torna a separação desnecessária, porque não faria o mesmo para qualquer indivíduo perdoado, sem levar em conta se seu pecado inicial foi cometido antes ou depois do batismo?

Jesus disse que divórcio e novo casamento é adultério (Marcos 10). Jesus fez do arrependimento uma condição para o perdão (Lucas 13:3,5). As escrituras unanimemente ensinam que aqueles que cometem adultério não irão para o céu (1 Coríntios 6:9-10). Eu não tenho o direito de mudar a Palavra de Cristo.

Autor: Gary Fisher
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