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08 setembro, 2011

Testemunho de Acelino Freitas o "Popó"


Popó: "Minha maior vitória foi ter aceitado Jesus"
 
Acelino Popó Freitas, 29 anos, é considerado o melhor lutador de boxe da atualidade em todas as categorias, com o maior índice de nocautes por lutas no mundo. Quando está no ringue, Popó é o centro das atenções, mas fora de lá, ele é um homem simples e muito sorridente. Foi isso que os capixabas conferiram no Jesus Vida Verão, em janeiro, quando o pugilista veio a convite do senador Magno Malta dar um breve testemunho de sua vida.

Feliz por ser nova criatura em Cristo, ter tido o casamento restaurado e com a notícia da gravidez de sua esposa, Eliana, o lutador deu uma entrevista à Comunhão e fala um pouco mais sobre sua vida e planos futuros. Conte-nos como foi sua conversão?

Popó:
Em julho de 2003 eu estava lutando nos Estados Unidos e um grupo de amigos me convidou para ir num culto. Neste culto o Magno Malta se apresentava. Fui lá porque queria passar o tempo. Eu não era evangélico e tudo começou ali, mas a minha conversão foi em outubro deste mesmo ano, na Igreja Caminho das Águas, em Salvador. Eu e minha esposa estávamos separados, o pastor da igreja tem um escritório no mesmo prédio onde ela trabalhava, ele a convidou para um culto e ela me chamou também.Foi neste dia que me converti, foi numa terça-feira, chamada tarde da benção. Conhecemos Jesus juntos e hoje estamos firmes na fé e batizados.

Vocês estavam separados e hoje estão juntos. Você acha que o fator determinante foi o conhecimento da Palavra?

Popó:
Foi, com certeza. Nossa conversão foi o nosso retorno e o nosso casamento. Ficamos sete meses separados, sofri muito.

Sendo membro da igreja, você possui alguma atividade?

Popó:
Ainda não. Estou sempre presente, participei de um acampamento, encontro de casais, mas pretendo fazer o curso de obreiros e discipulado em breve. Viajo muito e assim fica difícil me comprometer numa atividade, mas quero servir a Deus na igreja, sim.

Você tinha algum preconceito com o meio evangélico?

Popó:
Não, nunca tive, nunca fui muito religioso. A Bahia é um Estado muito místico, todo mundo tem seu orixá, mas eu nunca tive. Eu pedia ao senhor do Bonfim, que dizem ser o santo protetor da Bahia, e, por influência da minha mãe, eu tinha o senhor do Bonfim como um deus, um deus que eu tinha dentro de mim. Eu achava que era o Jesus que estava na cruz, porque o símbolo da igreja é o Jesus na cruz. Mas um Deus eu sempre tive, mas não da forma que eu tenho hoje.

E a sua esposa?

Popó:
Ela já era de família evangélica, mas não estava freqüentando,até cantava no coro da igreja, mas não era convertida, apenas participante.

Você enfrentou preconceito por se tornar evangélico?

Popó:
Não. Algumas críticas até hoje recebo, até mesmo da imprensa. Por exemplo, quando não ganho uma luta rápida, por nocaute, comentam que meu Deus não me ouviu... essas coisas.


Fonte: retirado da internet

DESEMPREGADO, E AGORA?



Aquele que descansa no Senhor consegue sorrir e encontrar forças!


Em algumas situações, quando alguém perde o emprego, abre-se um espaço muito grande na vida para a depressão, a amargura, a ira e a raiva, e esse alguém sempre fica procurando um culpado para justificar a situação em que vive. A partir do momento em que se abre brechas, ele começa a ser invadido por questionamentos, como: “Por que ele continuou empregado e eu não, se a minha contribuição para a empresa era tão boa quanto a dele?”

Vivemos um período em que as pessoas estão usando a expressão “o fantasma do desemprego”. Não precisamos temer o desemprego e muito menos o “fantasma”. A nossa confiança deve estar no Senhor. Muitos vivem com medo e ressentidos. Tais sentimentos se manifestam por meio da indignação contra o ex-chefe, um colega de trabalho, ou até mesmo o governo. Não quero listar as razões para o desemprego, mas apenas comentar o fato em si, e orientá-lo a lidar com o ressentimento advindo dele. Esse sentimento é altamente maléfico, pois nos corrói por dentro, provocando amarguras, procurando destruir nossa alegria e a nossa fé.

É maravilhoso percebermos que aquele que descansa no Senhor, que se alegra nele, a despeito de todas as situações adversas, consegue sorrir e encontra forças para se manter feliz. A fé cristã é alegre. Jesus era capaz de transmitir alegria a todos. Mas isto só era possível porque Ele andava e vivia na força de Deus. Por outro lado, é interessante notarmos que uma pessoa marcada pela amargura e pelo ressentimento contagia as que estão ao seu redor. Só há um modo de lidar com a amargura: arrepender-se e perdoar.

A nossa escolha deve ser a de perdoar. Jesus disse: “E, quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas.” (Marcos 11.25). Todos temos pedidos e necessidades. Uma pessoa desempregada, muitas vezes, ora por uma nova oportunidade de emprego, e nem sempre a resposta chega de imediato. Esta “demora” pode gerar amargura. Por isso, a importância de ficarmos atentos.

Agora, pois, é hora de parar e refletir. Se você tem algo contra o patrão, o chefe, aquele colega que o enganou ou aquele que foi a causa da sua demissão, a Palavra nos ordena a perdoarmos. Perdão produz perdão. O perdão às ofensas dos outros nos possibilita o perdão de Deus às nossas próprias ofensas: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas.” (Mt 6.14-15). A falta de perdão e o trato com a amargura são apenas uns dos fatores, uma parte do problema gerado pelo desemprego. Outras batalhas devem ser ganhas e a primeira é esta: não permitirmos que amargura nos domine.

Que o Pai vivifique essa palavra no coração de cada leitor e que cada um aprenda a ser próspero na terra da aflição!


Fonte: www.creio.com.br
Autor: Márcio Valadão

LEVAR ALGUÉM ATÉ JESUS !


 
Não deixe seus problemas fazer você esquecer das pessoas que precisam de Jesus !

Enquanto Jesus pregava vieram quatro homens corregando um paralítico.
Mc 2:3

Ás vezes paro para pensar e chego a uma conclusão: Como somos egoístas!!!Este versículo fala sobre quatro homens que carregaram um paralítico até Jesus. Na continuação Marcos escreve que a casa estava cheia.

Fico imaginando a cena, quantas pessoas passaram por aquele paralítico? Quantas pessoas conheciam aquele doente? E quantos pararam para ajudá-lo. As vezes nós vamos a casa do Senhor e passamos por tantas pessoas que também precisam de Jesus, mas vamos pensando tanto em nossos problemas que esquecemos de carregar os paralíticos espirituais para onde está Jesus.

A casa estava cheia de pessoas pensando nos seus próprios problemas, em suas próprias necessidades apenas querendo receber, mas não querendo servir. Será que estes quatro homens não tinham problemas, será que não tinham nenhuma necessidade? É claro que sim!

Mas eles não olhavam para si mesmo, eles não eram apenas ouvintes, mas foram também praticantes daquilo que Jesus ensinava, e eles queriam que mais pessoas fossem até Jesus. E esse é o nosso dever.

Não deixe que o egoísmo e seus problemas façam você esquecer das pessoas que também precisam de Jesus, mas ao ir ao seu encontro leve contigo alguém que não consegue ir sozinho.

"Filhinhos, não amemos apenas de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade" I João 3:18



HOSPITAL DO SENHOR



 
Temos que evitar a doença com remédios que estão no evangelho !

Fui ao hospital do Senhor fazer um "check-up" de rotina e constatei que estava doente. Quando Jesus mediu minha pressão, verificou que estava baixa de ternura. Ao tirar a temperatura, o termômetro registrou 40 graus de egoísmo.

Fiz um eletrocardiograma e foi diagnosticado que necessitava de uma ponte de amor, pois minha artéria estava bloqueada e não estava abastecendo meu coração vazio.

Passei pela ortopedia, pois estava com dificuldade de andar lado a lado com meu irmão e não conseguia abraçá-lo por ter fraturado o braço, ao tropeçar na minha vaidade.

Constatou-se miopia, pois não conseguia enxergar além das aparências.

Queixei-me de não poder ouvi-lo e diagnosticou bloqueio em decorrência das palavras vazias do dia-a-dia.

Obrigado, Senhor, por não ter me cobrado consulta, pela sua grande misericórdia. Prometo, ao sair daqui, somente usar remédios naturais que me indicou e que estão no Evangelho. Vou tomar diariamente, ao me levantar, chá de agradecimento; ao chegar ao trabalho, beber uma colher de sopa de bom dia; e de hora em hora, um comprimido de paciência, com um copo de humildade.

Ao chegar em casa, Senhor, vou tomar, diariamente, uma injeção de amor e, ao me deitar, duas cápsulas de consciência tranqüila. Agindo assim, tenho certeza de que não ficarei mais doente e todos os dias serão de confraternização e solidariedade.

Prometo prolongar este tratamento preventivo por toda a minha vida, para que quando eu for chamado, possa ser achado digno de ser Seu filho. Obrigado senhor, e perdoe-me.

"Todos nós vivemos devorados pela necessidade de sermos amados, mas temos medo da insegurança de amar."

Fonte: www.creio.com.br

DEVOCIONAL DIÁRIO



"Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece." Filipenses 4:12-13

 
Pensamento: A vida é cheia de altos e baixos. Muitas coisas que consideramos preciosas podem ser tocadas pela morte, desastre e deterioração. O que temos que é certo? Em quem podemos ter segurança? Aonde achamos o poder para viver vitoriosamente em tempos bons e difíceis? No Senhor que nos dá força!

 
Oração: Ó Senhor Deus, Pai de toda criação, confesso que minha vida e as circunstâncias nas quais tento viver estão além da minha habilidade de controlar. Agradeço-lhe por estar presente para me confortar, proteger, guiar e dar poder para encarar cada situação com confiança e segurança. Pelo fato de o Senhor estar comigo, ó Pastor amoroso, sei que terei tudo que preciso para viver vitoriosamente para o Senhor, até o dia em que vou compartilhar da sua glória junto ao Senhor.


Fonte: Devocional diário

POR CAUSA DOS INIMIGOS



SENHOR, guia-me na tua justiça, por causa dos meus inimigos; aplana diante de mim o teu caminho. Salmo 5.8
 

A pior atitude que podemos tomar é desprezar a justiça divina e tentar caminhar com a nossa justiça. Por ser imperfeito, o homem não tem condições de enfrentar as forças das trevas e sair vencedor – o que significa que, se ele se lançar em uma batalha sem ter a companhia do Senhor Deus, certamente fracassará. Portanto, jamais faça algo sem falar com o Altíssimo e sem pedir a ajuda dEle. Deus é a Verdade (Dt 32.4b), por isso Ele nunca irá deixá-lo em maus lençóis.

A justiça do homem não tem uma base sólida; ela é oriunda de uma mente que foi danificada pelo pecado e, por isso, não tem autoridade para enfrentar o inimigo. O demônio sabe disso, e o que ele mais adora é levar o homem a agir sem a assistência do Santo Espírito. Quem age por si leva o adversário a ter vitória sobre a sua vida. Por outro lado, quem parte para a batalha em Nome do Senhor, sem dúvida, sai vitorioso.

A justiça de Deus é pura e poderosa; além disso, não tem ou jamais teve qualquer condenação, e, com ela, podemos derrotar todas as investidas de Satanás. Deus nunca deixou de cumprir Suas obrigações e honrar o que prometeu; afinal, Sua justiça é completamente justiça e não pode ser derrotada por nada.

Os demônios são nossos inimigos. Se pudessem, já nos teriam tragado vivos. De fato, tudo o que desejam é a nossa destruição completa. Portanto, quem se deixa levar pelas ofertas do diabo não sabe o perigo que corre. Satanás jamais será amigo dos servos de Deus, pois somos a imagem e semelhança do Senhor (Gn 5.1b).

Sem o Altíssimo a nos guiar, não saberemos onde pisar nem que direção tomar. Isso é muito sério, pois, sem a direção divina, nem mesmo sabemos confessar pecados. É como se, por exemplo, uma pessoa fosse a uma delegacia de polícia e ali confessasse algum crime sem a assistência de um advogado. Policiais de má índole poderiam induzi-la a confessar algo que ela não fez e para o qual eles precisam dar uma explicação.

Só mesmo debaixo da convicção do Espírito Santo o homem pode reconhecer seus erros e confessá-los. Quem faz qualquer declaração sem a assistência da justiça divina pode incriminar-se por aquilo que não fez. É o Espírito do Senhor quem nos convence do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8). Cuidado para não ir além do que diz a Palavra de Deus, pois muitos são castigados por atos que não cometeram. O conhecimento da verdade liberta (Jo 8.32).

Peça ao Senhor que aplane seu caminho – mostre-lhe exatamente o que falar e em que deve crer. Desse modo, você poderá pisar em lugares seguros. Muitas são as promessas divinas, e, quando Ele lhe concede uma delas, é possível enfrentar as forças das trevas e vencê-las. Portanto, para guerrear contra os mentirosos demônios, que sempre tentarão enganá-lo, clame pela ajuda de Deus.

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares


Fonte:www.ongrace.com

07 setembro, 2011

Testemunho do Irmão Lázaro: “Eu senti o cheiro da morte”


Antônio Lázaro da Silva. Por onde passa, arrasta multidões. Tem um jeito descontraído de louvar e cantar. Pelo nome, poucos o conhecem. Mas que tal chamá-lo de irmão Lázaro? Hoje, ele é o fenômeno do cenário gospel/cristão. Sucesso absoluto. Mas, antigamente, o sucesso também fazia parte da sua vida, quando fazia parte da banda secular Ollodum.

Mas o sucesso também foi sinônimo de tristeza. Lázaro, envolveu-se com drogas e se converteu em um momento que achava que não tinha mais volta. Confira abaixo seu testemunho de vida.

“Experimentei drogas pela primeira vez por volta dos 16, 18 anos. No começo, ingeria pouca quantidade, de dois em dois meses, de seis em seis meses. Comecei com maconha, lança-perfume... A cocaína só veio depois dos 25 anos mais ou menos, quando experimentava uma vez por mês. Depois fui experimentando uma vez por semana, e depois comecei a usar todos os dias, e acabei no fundo do poço. Viciado mesmo, gastando tudo o que tinha, foi dos 25 aos 33 anos. Foram oitos anos, todos os dias. E paulatinamente, usando em poucas quantidades, levei uma média de vinte anos.

Eu não tinha mais limite. Hoje, o que mais me impressiona é o fato de ainda estar vivo. Cheguei na igreja vomitando e defecando sangue. Eu me converti não pra ser crente, mas pra morrer crente, porque pensei que eu ia morrer “mermo”. Eu senti o cheiro da morte. Fiquei cara a cara com ela. Senti mesmo quando Deus falou ao meu coração que Ele estava repreendendo a morte, que estava me dando mais um tempo de vida nessa Terra, pra que eu pudesse pregar o Evangelho. Cheguei na igreja entre a vida e a morte. Então, isso me impressionou muito.

Eu e minha família éramos do Candomblé. Depois que me converti, foi um escândalo dentro da minha casa, tanto pelas questões religiosas como de sobrevivência. Meus pais se preocuparam. “Você vai se sobreviver como? Como que vai ser agora sua vida? A gente cria toda uma expectativa em cima de você, investe nos estudos, e agora você inventa esse negócio de igreja. Meus Deus! E aí?” Mas o tempo foi passando e as pessoas foram percebendo o que Deus estava fazendo na minha vida. Minha família foi ficando impactada. Hoje eu louvo a Deus porque estão todos freqüentando a igreja. Deus já tem dado os primeiros sinais de que, com certeza, todos estarão se envolvendo na obra dele. Sou grato a Ele por tudo isso e estou muito feliz por tudo isso.

O pessoal da banda na qual eu era integrante não acreditou muito na minha conversão, logo no começo, e eu era motivo de gracejos. Foi muito engraçado. Havia-se até um comentário que eu havia encontrado uma maconha que dava vontade de ser crente, porque eu fumava muito. Eles diziam que eu fiquei tão doido que comecei a ir pra igreja. Eles me perguntavam: ‘Rapaz, que maconha é essa que dá vontade de ser crente?’ Depois que eles viram que realmente eu estava convertido, disposto a ficar realmente nos caminhos do Senhor, eu fui alvo de críticas. Começaram a me criticar, falaram que era tudo mentira, que eu estava escondendo na igreja, essas questões todas que as pessoas que não entendem os mistérios de Deus na vida de um ser humano falam.

Mas hoje tenho encontrado com os membros da banda, temos evangelizado e eles estão totalmente impactados com o testemunho que foi dado nesse DVD, porque eles sabem que é verdade, que é uma realidade, que é realmente a história de vida que eu vivi, e todos eles ainda vivem naquele lugar. Alguns já têm se convertido. Recebi até a notícia de que o percussionista da banda Babado Novo, o “Macarrão”, se converteu. Temos notícias de que vários percussionistas da banda Olodum já têm se entregado ao Senhor. E eu acredito que Deus vai fazer uma obra gigantesca ainda no nosso Estado (a Bahia) salvando vidas. Ele levantou esse ministério não para que eu fosse famoso, mas para que o nome dele fosse pregado com mais eficiência nesse meio.

Por isso falo a todos: se aproximem de Deus. ‘Ah, eu não gosto de igreja’, talvez digam. Faça então uma aliança com Deus, e deixa Ele decidir o que é melhor para sua vida”.


Fonte: www.creio.com.br
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